Killifish. Um nome um tanto curioso e enganador,
à primeira vista. Nem predadores ferozes nem
feras territoriais, os killifishes são pequenos peixes
dulcícolas que, sobretudo, compartilham a
característica de habitar pequenas coleções de água
como riachos, igarapés e até mesmo diminutas
poças temporárias de chuva.
É uma palavra de origem holandesa – killi significa
riacho, ou seja, peixes de riacho. Essa discriminação
se estendeu a todos os peixes que ocupam esse
nicho na natureza, com características morfológicas,
comportamentais e reprodutivas semelhantes.
Os killis pertencem à ordem dos cyprinodontideos,
que engloba uma infinidade de gêneros e espécies
pelo mundo, distribuídos em quase todas as
regiões de clima tropical e temperado do planeta.
Em geral são peixes pequenos e muito coloridos,
com formas e padrões de cores entre os mais belos.
Vivem, geralmente, em ambientes saturados de
material orgânico em decomposição e com
pouquíssimo oxigênio diluído na água. Muitos
acreditam, erroneamente, que se tratam de
anabantídeos mas, diferentemente dos peixes do
mesmo grupo dos betas, os killis não possuem
o labirinto, órgão adaptado a retirar oxigênio do ar.
Os killis podem ser divididos em três grupos
– anuais, não-anuais e semi-anuais – de acordo
com as suas características reprodutivas.
Estas espécies de peixes são encontradas no distrito de Barra de São João, em quatro lotes entre as Ruas Augusto Pinto Lima com Francisco Salles Malheiros - lotes 90 e 91 da Rua Augusto Pinto Lima e lotes 95 e 97 da Rua Francisco Salles Malheiros.
Estudos estão sendo realizados para que haja a preservação desta espécie rara de peixes.
Para maiores informações ou curiosidades acesse o site www.killifishbrasil.com.br
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